A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 02/10/2020

Cidadania – uma palavra usada com frequência, mas que poucos entendem o que significa – quer dizer, em essência, a garantia por lei de viver dignamente. No Brasil, a falta de dignidade pode ser notada quando o assunto é a tecnologia no combate à criminalidade, pois o cidadão é impedido de usufruir dos seus direitos. Nessa perspectiva, seja seja pela falta de infraestrutura básica em relação a tecnologia e pelo custo elevado para instalações, o problema permanece silenciosamente afetando grande parte da população e exige uma reflexão urgente.

A priori, é necessário destacar que, apesar de a Constituição Federal Brasileira garantir o direito básico à educação, não é o que se observa em muitos estados do país em relação à falta de infraestrutura em relação a tecnologia. Isso porque o Estado que, segundo o sociólogo britânico T. H. Marshall, tem a responsabilidade social de dar a seus cidadãos um mínimo bem-estar e segurança econômica, não cumpre o seu papel. Logo, é mister afirmar que esse problema afeta a sociedade como um todo e , por isso, precisa ser combatido.

Além disso, é válido reconhecer como o alto custo de instalações de segurança limita a cidadania do indivíduo, que tem direito ao bem-estar social. Segundo Gilberto Dimenstein, apesar da Declaração Universal dos Direitos Humanos e de todos os modernos códigos legais que regem o país, o Brasil ainda é negligente quando o assunto é tecnologia no combate a criminalidade. Logo, é substancial a mudança desse quadro.

Portanto é necessário que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Para isso a conscientização da população brasileira a respeito do problema urge que o Ministério da Educação, estimule jovens estudantes na área eletrônica a criarem aparatos de segurança pública, investindo na capacitação dos servidores para a utilização dessas tecnologias e oferecendo recompensas aos mesmos, com o fito de potencializar a capacidade de evolução aliada à redução da criminalidade.