A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 04/10/2020
Segundo a historiografia, nota-se que com a revolução tecnológica, o uso da internet tornou-se indispensável, assim as práticas sociais se transformaram. Nesse contexto de intensa inovação tem-se utilizado as novas tecnologias no combate à criminalidade no Brasil, entretendo mesmo auxiliando na redução da violência, esses meios não são implantados de forma eficiente, principalmente por conta da escassez de investimentos governamentais e a desarticulação no setor de segurança pública nacional. Com isso, essa problemática gera a insegurança da população, necessitando urgentemente de medidas de combate.
Convém lembrar, o descaso público frequente nos setores de prevenção de crimes que utilizam principalmente a tecnologia. É aparente a carência de equipamentos tecnológicos, como câmeras, sistemas de identificação e plataformas de denúncias. Assim, essa circunstância reflete o investimento escasso dos órgãos governamentais brasileiros na posse e manutenção desses recursos, que leva a falta de aparelhagem de segurança pública nas cidades, dificultando o monitoramento dos crimes.
Outrossim, a desarticulação recorrente das instituições de segurança no país agrava cada vez mais a situação. Segundo o Ministério da Justiça, em território nacional não existe uma agência especializada no combate de crimes que use informações extraídas de recursos tecnológicos de alcance nacional. Entretanto, aplicativos com esse intuito estão em desenvolvimento, por exemplo o “PM Mobile”, de origem do Estado de Santa Catarina, permite a troca de informações entre os agentes da lei no estado, aumentando o nível de segurança na região, visto que desenvolve a cooperação entre os órgãos de segurança para identificar grupos criminosos.
Portanto, é imprescindível que o Governo tome medidas que assegurem a implantação efetiva de tecnologias avançadas no combater da criminalidade no país. Dessa forma, o Ministério da Justiça, cobre dos estados a aquisição de equipamentos tecnológicos, como as câmeras e as plataformas de compilação das denúncias nas cidades, de forma que garanta o uso adequado desses recursos, reduzindo a criminalidade urbana. Por fim, as Secretarias de Segurança Pública estaduais devem ser estingadas pelo governo para desenvolver ferramentas, como aplicativos, que permitam a cooperação entre os agentes da lei, visando o combate de crimes.