A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 05/10/2020
Machado de Assis, em sua fase realista, despiu a sociedade brasileira e teceu críticas aos comportamentos egoístas e superficiais que caracterizam essa nação. Não longe da ficção, percebem-se aspectos semelhantes no que tange à questão da intensa criminalidade. Nesse contexto, tornam-se necessários meios para combatê-la, como por exemplo a tecnologia. Entretanto, deve-se saber até que ponto essa tecnologia será benéfica, e por conseguinte, se sua implantação trará boas consequências.
Em primeiro plano, vê-se a criminalidade em um estágio hediondo, onde muitos têm seu direito à segurança violado pela exorbitante prática de assaltos, homicídios, entre outros. Com isso, uma possível saída para combater tal male é a implantação de tecnologia para auxiliar no combate à criminalidade. Torna-se possível uma assessoria a muitos locais que antes não contava com postos policiais, através de câmeras de segurança, além de cooperar no combate ao tráfico de drogas, com aparelhos cada vez mais eficientes na detecção de drogas ilícitas.
Contudo, é necessário saber os limites da implantação de tais tecnologias. Assim como ocorrido na Revolução Industrial, onde muitos trabalhadores perderam seus postos de trabalho para máquinas, não se pode permitir que aconteça o mesmo com guardas e com fiscais. Logo, se faz notório os inúmeros benefícios que a tecnologia pode trazer à sociedade, desde que com seus limites bem estipulados para que só haja proveitos.
Tendo em vista os fatos acima mencionados, vê-se a implantação de tecnologias para combater a criminalidade como algo extremamente vantajoso. Desse modo, os governantes municipais devem investir em tal inserção para que com isso o combate se torne ainda mais eficiente e com resultados cada vez mais positivos. Dessa forma o direito à segurança será, gradativamente, devolvido aos cidadãos, de acordo com o êxito em tais projetos.