A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 05/10/2020
A criminalidade é um grande e recorrente problema tanto no Brasil quanto no resto do mundo. No Rio de Janeiro, uma cidade brasileira assolada por conflitos armados, tiroteios entre criminosos e policiais, ou até mesmo entre os próprios criminosos, são comuns. Isso se deve muito ao fato de que não há, até o momento, um sistema de fiscalização eficiente que auxiliaria a polícia a realizar o supervisionamento necessário para uma cidade de grandes proporções como a citada.
Os índices de criminalidade no Brasil são alarmantes, apenas no estado do Rio de Janeiro, no mês de janeiro de 2020, segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), foram registrados 9.587 casos de roubos de rua (roubos de celulares, pedestres, e até mesmo furtos em ônibus) e 386 homicídios dolosos (em que há intenção de matar), dados esses que poderiam ser diminuídos com tecnologias de monitoramento mais eficientes.
Nos dias de hoje existem diversos tipos de tecnologias de vigilância como câmeras, alarmes, sensores, entre outros, porém estes não são suficientes para oferecer a segurança necessária a população. Na sequência de filmes do Homem de Ferro, Tony Stark nos apresenta um novo conceito de ferramenta de monitoramento, em que o mesmo cria diversas armaduras, dotadas de tecnologias inovadoras, com diferentes propósitos, porém todos com um mesmo fim… reduzir a criminalidade e assegurar a paz.
Diante dos argumentos supracitados, vê-se necessária a implementação de tecnologias de supervisionamento, sendo dever do estado, através dos diversos órgãos de segurança pública, em parceria com empresas de segurança pública e privada, capazes de realizar o reconhecimento facial de suspeitos e repassar informações, acerca destes, de forma mais ágil e precisa para as autoridades responsáveis pelo caso, afim de garantir a segurança da população e diminuir os índices de criminalidade no país.