A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 05/10/2020

Revoluções Industriais, com a crescente urbanização das cidades, ocorreu um grande aumento significativo na taxa de criminalidade, gerando uma instabilidade social em variadas regiões do Brasil. Porém, a partir da Terceira Revolução Industrial, a amplificação de novas tecnologias na área de segurança, vêm favorecendo a amenizar esses crimes, porém, o custos dos mecanismos tecnológicos são bastantes altos, e dificultam o amplo acesso à toda população.

A internet começou a ser desfrutada a partir década de 1990, de um modo bisonho, sendo necessário uso de telefones fixos e seu avanço alcançou pontos inimagináveis à época. Porém, desde a mencionada época, deve-se destacar que, com base no projeto do Conselho Nacional de Justiça, o Sistema Prisional Brasileiro, tem sob custódia, em casos mais recorrentes, 27% de condenados por roubo, 24% por tráfico de drogas e 11% por homicídio.

Menos de 30% da população tem acesso a compra de sistemas de segurança para suas moradias, veículos e estabelecimentos comerciais. Os elevados custos são principalmente pelo fato que grande parte desses produtos serem importados e terem uma alta carga tributária. Necessitando da democratização do acesso a essas novas tecnologias, visando baratear o valor de compra, e estimulando assim, o uso dessas ferramentas em prol da segurança individual e patrimonial da população.  Diante disso, fica evidente que é necessário o desenvolvimento de sistemas fechados e com protocolos de segurança que dificultem ação desses criminosos.

Sendo assim, cabe ao Governo Federal e o Ministério da Ciência e Tecnologia, buscar estimular a produção nacional desses artigos de segurança, diminuindo tributos e facilitando acesso a programas de incentivos governamentais, visando maior acessibilidade ao produto e o acesso democrático para a população. E utilizem protocolos de acesso mais seguros que dificultem ataques virtuais de hackers.