A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 04/10/2020

Segundo Steve Jobs, “a tecnologia move o mundo”. A Segurança Pública é um dos assuntos que mais preocupam os brasileiros, tendo como razão os inúmeros furtos, roubos, assassinatos, tráficos etc. Porém, as cidades brasileiras ainda carecem de recursos tecnológicos. Sob tal perspectiva, é fundamental refletir sobre a falsa sensação de segurança que todo este arsenal da tecnologia, em muitos casos, pode gerar assim como a falta de investimento na área de segurança.

A priori, muitos acreditam que os sistemas de proteção existentes são bons o suficiente, e funcionam por si só, este é o grande perigo. Os erros cometidos vão da falta de capacitação profissional para lidar com esse contexto como escolhas mal feitas de contenção. Tudo isso põem em risco a segurança, exigindo mecanismos de proteção avançados, que combinem pessoas e alta tecnologia contra o crime. Portanto, é factual que para que não haja uma falsa sensação de segurança, atuem junto a um monitoramento adequado e procedimentos bem estruturados.

Ademais, é preciso ressaltar que os altos índices de criminalidade estão diretamente relacionados à falta de estratégia e inteligência no combate ao crime. Em Minas Gerais, segundo o IBGE, a violência e acidentes foram as maiores causas de mortes entre os jovens e adolescentes no estado em 2013. Esse e outros dados corroboram a tese que o Estado Brasileiro além de investir pouco, quando o faz, gasta mau, e em decorrência da má qualidade do investimento o resultado em geral, é baixo e pífio.

Em suma, com o intuito de superar esse óbice, o Governo Federal do Brasil - cuja missão primordial é ser responsável pelos interesses da administração federal em todo território nacional - tem dever de ajudar os demais estados brasileiros financeiramente com instalação de ferramentas tecnológicas adequadas ao combate ao crime. Assim como oferecer a capacitação para obter profissionais treinados e qualificados. Dessa forma, tal problemática será gradativamente erradicada, pois conforme Gabriel Pensador, “com a mudança do presente, moldamos o futuro”.