A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 03/10/2020
Policarpo Quaresma, protagonista de Lima Barreto, tem como característica mais marcante um nacionalismo ufanista, acreditando em um Brasil utópico. Entretanto, o descaso com a tecnologia no combate à criminalidade, torna o país ainda mais distante do imaginado pelo personagem. Nessa perspectiva, seja pelo alto custo desse equipamento tecnológico ou pela falta de privatidade essa problemática exige uma imediata reflexão.
Em primeiro lugar, é preciso atentar que uma das causas que corrobora para o problema é a escassez de privacidade. Segundo Gilberto Dimenstein, jornalista e criador do portal Catraca Livre, o grande mal do cidadão é a banalização do olhar, é não enxergar as mazelas sociais como a exposição dos indivíduos (sem uma permissão). Nesse sentido, é necessário que medidas imediatas sejam tomadas para que a sociedade de modo geral possa usufruir de seus direitos.
Ademais, vale salientar que grande parte desses dispositivos têm um valor muito exorbitante. Isso porque, com o avanço da tecnologia, esses produtos precisam se destacar dos demais e acabam sendo fabricados com uma matéria-prima mais cara, para que sua engenharia seja mais completa e avançada. Com isso, muitas pessoas acabam tendo dificuldade de adquirir tais itens pelo simples fato de não conseguirem pagar por ele. Logo, é de grande importância que medidas sejam tomadas para reverter essa circunstância.
Interfere-se portanto, que providencias são necessárias a fim de combater essa problemática. Desse modo, é necessário que Estado invista na fabricação de tecnologias que forneçam mais qualidade, privacidade e acessíveis, por meio de parcerias com as empresas que produzem tal material, visando uma melhor qualidade de vida e segurança para os cidadãos. Dessa forma, esses seriam os primeiros passos, para acabar com esse problema.