A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 05/10/2020

O livro O Cidadão de Papel, de Gilberto Dimesntein, propõe tirar o automatismo do olhar e enxergar as mazelas sociais que afligem o Brasil contemporâneo. Nessa perspectiva, é necessário entender que a tecnologia no combate à criminalidade afeta a sociedade como um todo e o direito, garantido por lei, de se viver dignamente. Nesse sentido, faz-se necessário entender que isso é fruto da desigualdade social e da negligência governamental. Portanto, discutir a cerca das raizes e das práticas culturais que contribuem para a permanência dessa problemática é medida que se impõe.

Em primeiro lugar, é necessário ressaltar que uma das causas da falta de tecnologia é da desigualdade social. Isso acontece principalmente em virtude das diferenças sociais. Exemplos disso podem ser encontrados nas informações divulgadas pelo UOL, como por exemplo os dados mostrando que a classe alta tem acesso às tecnologias e as baixas não. Sendo assim, esses fatores atuam em fluxo contínuo e favorecem na formação de um problema social de dimensões cada vez maiores.

Ademais, é preciso atentar que uma das causas que corrobora para o problema é a negligência do Estado. Segundo Gilberto Dimenstein, jornalista e criador do portal Catraca Livre, o grande mal do cidadão é a banalização do olhar, é não enxergar as malezas sociais como a falta de recursos tecnológicos. Nesse sentido é necessário que medidas imediatas sejam tomadas para que a sociedade de modo geral possa usufruir de seus direitos.

Destarte, são necessárias medidas capazes de mitigar essa problemática.Nesse princípio, o Estado deve liberar essa tecnologia para todos, visando uma melhor condição ao uso. Infere-se, portanto, que medidas devem ser tomadas para resolver esse impasse.