A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 04/10/2020
A grande obra cinematográfica “Robocop - o policial do Futuro” (2014), dirigido pelo brasileiro José Padilha, conta a história de um policial que teve a vida salva por uma empresa que domina o mercado da tecnologia robótica. Este, retorna as ruas de onde vivi para combater ao crime tendo como sua principal aliada a tecnologia. Entretanto, fora das telas de cinema, os recursos tecnológicos e seus benéficos fazem partes de assuntos negligenciados pelo Estado Brasileiro, seja pelo alto custo de aquisição, seja pela falta de investimento no setor judiciário (delegacias), o problema permanece afetando a população e exige uma reflexão urgente.
Em primeiro momento, vale a pena destacar que uma das causas que corrobora para o entrave é o elevado custo de mercado de aparelhos de vigilância e monitoramento. Segundo o site Crono share, o custo médio, desde a compra até a instalação de câmeras, varia de R$ 2.000 a R$ 7.000 reais. Sob esse viés, tendo em vista o grave problema de distribuição de renda brasileiro, muitas famílias não possuem condições de adquirir e instalar produtos de segurança como estes, ficando sujeitos a quais quer tipos de situações criminosas que ganham um novo grau de complexidade, visto que seriam facilmente resolvidos com a simples imagem de uma câmera. Logo, é substancial a mudança desse quadro.
Ademais, é importante ressaltar também, que o insuficiente e ineficaz investimento do governo no setor judiciário (delegacias), acentua o problema de maneira significativa. Com base em um artigo divulgado pelo site “Canal Tech”, o Estado Brasileiro além de investir pouco, quando o faz, gasta mau, e em decorrência da má qualidade do investimento. Com base a análise apresentada, observa-se que, policiais não tem acesso a equipamentos avançados e especializados na procura de criminosos e objetos furtados devido a falta de investimentos neste setor, configurando um entrave de dimensões notáveis.
Destarte, depreende-se que é indispensável à adoção de medidas capazes de assegurar a resolução desta problemática. Portanto, cabe ao Estado, em parceria com o Ministério da Tecnologia e Segurança, o investimento de maneira eficaz e controlada de recursos públicos, em tecnologias de monitoramento avançadas e atuais, como Drones e câmeras de segurança, por intermédio de mecanismo de mapeamento, que reconheceriam as áreas que mais carecem de aplicações monetárias no auxiliou ao combate ao crime, para que os investimentos sejam de qualidade e bem realizados, auxiliando a diminuir os índices de criminalidade de inúmeras localidades. É somente por meio de ações conjuntas que o Brasil ficará cada vez mais próximo da realidade presente no filme Robocop.