A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 04/10/2020
O filme estadunidense “O Estagiário” conta a história de um idoso que decide trabalhar em uma empresa de moda. Ao decorrer do filme, o protagonista, conhecido como Ben, precisa invadir uma residência em busca de um computador, todavia, ao entrar na casa o alarme de segurança dispara e alerta sobre à invasão. Fora da ficção, a realidade apresentada não é diferente, visto que, a procura por meios de segurança tecnológicos cresce gradativamente devido a maior proteção que eles transmitem. Isso ocorre não só pelo sucessivo aumento da criminalidade, como também pela limitada atuação da segurança pública nos estados brasileiros.
Primordialmente, de acordo com o jornal “Folha Vitória” o Brasil possui a sétima posição no ranking de criminalidade, nesse sentido, é incontestável o perceptível crescimento progressivo de delitos direcionados a sociedade, logo, as pessoas sentem-se cada vez mais vulnerável. Posto isso, segundo o criador da Apple, Steve Jobs, a tecnologia moverá o mundo para frente. Dessa forma, torna-se evidente o aumento da demanda por meios de segurança ligados a inteligência artificial, tendo em vista que, os recursos de defesa pública são falhos -na maioria das vezes, e a população busca gradualmente uma forma de proteger-se da violência criminosa das ruas.
Ademais, segundo a teoria do “Contrato Social” do filósofo inglês John Locke, a relação dos seres humanos com o Estado se rompe quando uma das partes não cumpre seu papel. Posto isso, torna-se evidente a falta de comprometimento do governo de realizar suas funções políticas em relação a segurança pública para com a população brasileira. Conseguinte, a ineficácia do regime de proteção ocasiona o aumento da busca de aparelhos de segurança obtidos financeiramente, ou seja, a aquisição de câmeras, alarmes ou drones.
Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para aumentar a segurança proporcionada pelo governo. Logo, o Ministério da Ciência e da Tecnologia, em consenso com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, deve promover o envio de mais policiais e guardas públicos para cada cidade do Brasil, além da distribuição de câmeras e alarmes de segurança gratuitos para regiões mais carentes do país. Essas medidas devem se ratificadas através de uma fiscalização anual sobre efetivação da emissão dos agentes militares, outrossim, o mesmo controle deve ser realizado no direcionamento dos aparelhos de segurança para as áreas mais necessitadas, tais providências serão efetuadas pelos dois Ministérios supracitados. Dessa forma, a tecnologia e a segurança pública trabalharão em conjunto, proporcionando à população um ambiente confiável e invulnerável.