A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 04/10/2020

Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a tecnologia no combate á criminalidade apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto da criminalidade, quanto da desigualdade. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.

Precipuamente, é fulcral pontuar que a criminalidade deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Ademais, é imperativo ressaltar a desigualdade como promotor do problema. De acordo com G1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal. O Brasil teve uma alta de 8% no número de assassinatos em abril deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. É o que mostra o índice nacional de homicídios, Partindo desse pressuposto, Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que a desigualdade, contribui para a perpetuação desse quadro deletério.

Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar a tecnologia no combate á criminalidade, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do ministério da segurança será revertido em câmeras e drones através de   investimento feito pelo governo. Desse modo, atenuar-se-á, o impacto nocivo da criminalidade, e alcançará a Utopia de More.