A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 04/10/2020
A Revolução Industrial, iniciada no século XVIII, introduziu novas tecnologias no mundo que ajudaram na vida dos indivíduos e, consequentemente, a sociedade a se desenvolver, como também pode ajudar a desenvolvar para combater à criminalidade. Nesse sentido, convém analisar dois aspectos: ineficienência do estado com as formas de segurança e a falta de utilização de recursos tecnológicos.
Em primeiro lugar, segundo o filósofo Max Weber, somente o Estado tem direito legitimo de utilizar os meios de repressão. Logo que, cabe a ele criar mecanismos de garantir a integridade dos cidadãos. Ademais, no Brasil, existe o código penal, porém, sua existência não é suficiente para combater a criminalidade, fato que pode ser comprovado com as diversas reportagens veiculadas pelos meios de comunicação, o que torna claro a ineficiência governamental em proteger os civis.
Somado a isso, cabe mencionar o episódio do atentado da Maratona de Boston, a polícia, graças a uma câmera de circuito fechado de lojas de rua, conseguiu em poucas horas identificar e prender os responsáveis pelo atentado, que para a detonação da bomba utilizou a rede de telefonia móvel. Porém, a situação no Brasil é totalemente diferente, em relação as tecnologias ou não tem nada ou quando tem está sucateado ou inoperante. Outrossim, quando se fala em estratégia e inteligência, além de técnicas e profissionais treinados e qualificados, o Estado necessita de ferramentas tecnológicas adequadas ao combate ao crime.
Evidencia-se, portanto, a necessidade de se debater acerca dessa problemática. Para isso, é substancial que o Estado, por meio do Ministério da Justiça, em parceria com as prefeituras, direcione recursos específicos para a implantação e expansão de sistemas inteligentes. Como também, a relevância da participação do Governo, que poderá promover cursos profissionalizantes aos policiais, por meio de palestras com especialistas, deverão ensinar como usar os aplicativos corretamente, a fim de cada vez mais usar a tecnologia como aliada à diminuição da criminalidade.