A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 03/10/2020

Em 16 de junho de 1944, George Stinney, adolescente negro de 14 anos foi sentenciado a morte por meio da cadeira elétrica, acusado de matar duas meninas brancas. O julgamento durou um dia e houve injustiças por parte das autoridades, porém, caso houvesse a presença de equipamentos e técnicas inovadoras, a decisão do juri teria sido diferente, já que 70 anos após o ocorrido foi concluída a inocência do menino, devido a esses fatores conclui-se a necessidade da tecnologia contra a criminalidade.

Naquele período as tecnologias utilizadas nos processos investigativos eram escassas, sendo limitadas a computadores analógicos que, permitiam o uso de funções básicas e de pouca serventia para policiais e peritos, dessa forma, a falha no sistema de apuração criminal era exacerbada,  permitindo a ocorrência de crimes cometidos por juízes e advogados para com o cidadão incriminado, sem julgamento justo.

Com o advento da tecnologia com dispositivos sofisticados como: smartphones, drones, computadores com sistemas inovadores que permitem a identificação em tempo real da localização do indivíduo, o histórico de buscas na internet e a investigação social mais apurada teve enorme importância nos processos jurídicos no decorrer dos anos, pois impediu fraudes, corrupções e manipulações cometidos por pessoas consideradas da Lei.

Portanto, a tecnologia tem se tornado cada vez mais eficiente e necessária no âmbito jurídico, com o propósito de permitir julgamentos, investigações e análises mais justas, com isso, há a necessidade cada vez mais de inovação e sofisticação a favor dos órgãos de segurança pública e criminalistas, para que dessa forma o trabalho possa ser exercido de forma mais justa, averiguando cada situação de forma mais minuciosa o possível, para que dessa forma as margens de erro para condenações injustas e inapropriadas diminuam cada vez mais.