A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 08/01/2021

Com o advento da tecnologia no Brasil, pode-se observar altos índices de pessoas desfrutando da internet. Segundo dados publicados pelo site valor globo, o número de usuários de internet no Brasil em 2019 chegou a 134 milhões. Diante dos dados apresentados, sabe-se que ainda existe uma parcela da sociedade que usa a tecnologia para a prática de crimes. Contudo, esses casos estão expostos a todo momento, aumentando as denúncias de bullying, chantagem, calúnia, assédio, intimidação, extorsão, plágios, pornografia infantil, entre outros.

Na série You, o gerente de uma livraria em Nova York fica obcecado por uma escritora iniciante e usa as redes sociais e a internet para se aproximar dela, ele começa a observá-la e persegui-la. Crimes como esse, estão cada vez mais aparente no Brasil, principalmente no período em que estamos. Durante a pandemia do Covid-19, o Brasil sofreu 2,6 bilhões de ataques virtuais em três meses aponta jornal O dia. Diante os dados apresentados, confirma-se que o cibercrime está incluso na sociedade brasileira e que mesmo com as leis sancionadas e todos os meios de denúncia, essa barbárie persiste.        Ademais, perante dados publicados pelo jornal Canaltech, a Safernet, órgão sem fins lucrativos que tem como missão defender os direitos humanos na internet, recebeu por meio da Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos, 133.732 queixas somente em 2018, enquanto em 2017 foram registradas 63.698. Sendo assim, observa-se um aumento significativo nas queixas prestadas. Dessa forma, como dito por Martin Luther King, “O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons”, enfatiza-se que todas as vítimas devem se manifestar contra esse crime e calar os opressores.

Destarte, é necessário que toda a população fique em alerta com hackers e outros criminosos, para evitarem passar por qualquer tipo de constrangimento. Cabe ao Governo colocar em prática a lei promulgada pela Organização das Nações Unidas, ONU, em 1948 que garante a todos os indivíduos o direto à educação e ao bem estar social, presente na Declaração Universal dos Direitos Humanos. O Estado e a mídia, terem o compromisso divulgar sobre tal criminalidade presente nos dias atuais nos jornais de maior audiência. É dever das famílias inspecionar as redes sociais das crianças e dos idosos, para que desmascare os bandidos e deixem de ser vistos como alvos fáceis.