A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 23/06/2021

Conforme a primeira lei de Newton, um corpo tende a permanecer em seu movimento até que uma força atue sobre ele, mudando-o de percurso. Nessa perspectiva, em alusão ao corpo social brasileiro, ainda que a ciência tenha possibilitado o avanço da tecnologia, mesmo assim existem obstáculos a serem superados, uma vez que o país carece de um sistema criminal preciso de decisões. Com isso, ao invés de funcionar como a força capaz de reverter essa situação, os desafios a respeito da falta de investimentos, bem como a baixa qualificação profissional acaba por contribuir com a situação atual. Em primeira análise, de acordo com a Escola de Frankfurt, em 1924, diz respeito a uma tradição de vários pensadores intelectuais que determinavam que a razão atua como instrumento de dominação. Nesse sentido, fica claro a importância de investir nos recursos preventivos de segurança, associados na tomada de decisões racionais, como câmeras e aplicativos rastreadores. Em razão disso, seria possível utilizar das tecnologias para facilitar, de forma rápida e precisa, o trabalho do investigador, em combate à criminalidade. Tanto que, segundo dados da Segurança Pública, a cidade de Itu, em São Paulo, após investir em 41 câmeras reduziu em mais de 10%, nos primeiros trimestres, o número de furtos. Por isso, cabe ao Poder Público tomar medidas que sejam eficientes para a população, uma vez que uma simples mudança pode ajudar no bem estar dos moradores. Sob um segundo enfoque, para Zygmunt Bauman, as relações sociais tendem a ser menos douradoras, de modo que prioriza o individualismo. Diante disso, fica evidente a defasagem na baixa qualificação dos profissionais, uma vez que a preocupação está distante daquilo que pode ser essencial, como a busca pelo aperfeiçoamento em equipe. Além disso, se existe uma deficiência no sistema de tecnologia, é possível que o conhecimento dos investigadores fique prejudicados, dificultando ainda mais o trabalho do profissional. Desse modo, cabe ao governo promover medidas, como forma de diminuir a violência, punir os infratores e garantir o trabalho coletivo em prol da segurança. Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que realizem a mudança do percurso. Para isso, urge que o Ministério da Justiça crie, por meio de verbas governamentais, projetos na câmera dos vereadores, sendo administrados por profissionais da informática, para que seja garantido os investimentos em tecnologia, a fim de promover a qualidade de vida das pessoas, bem como a agilidade nas finalizações dos casos. Tendo em vista isso, será possível contribuir para a segurança social. Além disso, cabe ao governo implementar a resolução de problemas em equipe, para que o individualismo seja dissolvido, da mesma forma garantir o aprendizado, a partir das atualizações, por meio de professores capacitados, para que os profissionais acompanhem a tecnologia de forma adequada. Somente assim, será possivel a mudança do percurso.