A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 25/06/2021
Com o advento da Revolução Técnico-Cientifico-Informacional, a tecnologia encontra-se presente a cada passo dado, seja por meio dos celulares ou computadores. Nesse sentido, os grandes órgãos gorvenamentais de vigilância - polícia, exército e afins - tendem a adaptar-se a essa evolução tecnológica, que resulta numa maior precisão nas vigilâncias e segurança para a população. Nesse ínterim, faz-se mister debater dois pontos sobre esse tema: qual o impacto sociológico do uso da tecnologia no combate à criminalidade, e qual a eficácia que essas tecnologias proporcionam aos órgãos de defesa, aos comerciantes e afins.
Em primeiro lugar, quando fala-se sobre quais os impactos sociológicos do intenso uso da tecnolgia para combater a criminalidade, é imprescindível citar a obra “Vigiar e Punir” do filósofo Michel Foucault. Assim sendo, a obra do filósofo provoca o leitor a refletir sobre como a sociedade, por meio do Estado, usa da vigilância para intimidar o povo a permanacer conforme as leis e conforme a conduta que o Estado deseja, caso o rompimento dessas leis, o indivíduo será punido, seja por intermédio de multas ou por encarceiramento. Nessa conformidade, exemplos podem ser presenciados nas estradas, onde, com frequência, é visto guardas de trânsito multando carros que estam com a velociadade acima do permitido pela lei. Sendo assim, com esse grande crescimento tecnológico em prol da segurança, há de ficar o questionamento, se de fato há eficácia nessa evolução, ou se é um meio de controle nocivo do Estado sobre seu povo.
Em segundo lugar, é legitima a indagação sobre se de fato há eficácia no aumento do uso tecnológico na segurança, uma vez que, se não for, há a possibilidade do Estado estar crescendo gradativamente mais para possuir controle sobre seu povo. Dito isso, o site “Fórum Brasileiro de Segurança Pública” mostra que com o crescimento da tecnologia na última década, a criminalidade tornou-se menor e mais fácil de ser solucionada, por meio de câmeras, alarmes, celulares e afins. Sendo assim, é inegável que a tecnologia de fato auxilia na resolução de crimes, bem como em sua diminuiçao, todavia, é dever da população estar informada sobre atos Estatais que podem comprometer sua privacidade.
Infere-se, portanto, que esses questionametos e receios devem ser selados de imediato. Dito isso, o Ministério da Segurança Pública, Órgão estatal em prol da segurança, deve ser mais transparente quanto sua eficácia e deve usar com prudência as tecnologias à sua disposição. Ademais, isso dever ser feito por meio da exposicão nos jornais e nas redes sociais, mostrando ao público estatíscas sobre o tema, para que, assim, fique assegurada a privacidade e a segurança do povo brasileiro.