A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 09/07/2021
No programa “Aeroporto: área restrita”, é exposto a intensa criminalidade no maior aeroporto da América do Sul, o de Guarulhos, e, além disso, também é ilustrado a eficiência da tecnologia no enfrentamento de atitudes proibidas por lei, como o tráfico internacional de drogas. Nesse contexto, vê-se que o meio tecnológico está sendo, hodiernamente, um ótimo aliado no combate à criminalidade. Entretanto, o início de sua utilização como mecanismo de segurança tem origem no aumento da bandidagem nas cidades, o que resulta, com a sua chegada, numa maior proteção aos cidadãos.
É relevante abordar, em primeira análise, que uma das principais causas do emprego da ciência no âmbito seguracional é o aumento do número de crimes cometidos. Sob essa ótica, os dados divulgados pela Secretária de Segurança Pública de São Paulo servem de exemplo, haja vista que revelam um aumento de 43% no número de roubos e furtos de celulares em Ribeirão Preto no ano de 2018, em relação ao ano anterior. Desse modo, percebe-se que a criminalidade vem aumentando com o decorrer do tempo, retratando, assim, a real necessidade da instalação de tecnologias que diminuam a sua intensidade, como câmeras de segurança.
Em segunda análise, como consequência do fato supracitado, tem-se a aplicação de sistemas de segurança mais completos e atuais e, consequentemente, uma maior proteção da população em geral. Todavia, é importante apontar que essa iniciativa não deve ser legitimada, pois, de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, em seu artigo 1, todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. Dessa forma, verifica-se que a implementação de um sistema mais eficaz é um dever do governo e deve, portanto, ser aplicado em todas as camadas da sociedade.
Infere-se, portanto, que a inclusão da tecnologia no combate à criminalidade teve início com o aumento constante dos casos de roubos e furtos, e, como resultado, trouxe mais segurança à população. Logo, é imperativo que o Ministério da Justiça e Segurança Pública, órgão responsável por garantir os direitos e a segurança aos indivíduos, aumente o número de câmeras de vigilância no território nacional, por meio de verbas governamentais, com o intuito de reduzir os crimes no Brasil. Assim, a tecnologia continuará contribuindo com a segurança pública, como exposto no programa “Aeroporto: área restrita”.