A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 03/08/2021
Embora a Constituição Federal de 1988 assegure o acesso a uma vida plena, como direito de todos os cidadãos, percebe-se que, na realidade brasileira não há o cumprimento dessa garantia, principalmente no diz respeito a tecnologia no combate à criminalidade. Nesse viés, torna-se crucial analisar o silenciamento do problema e banalização do tema.
Nessa perspectiva, é imperioso notar que a falta de informação sobre as formas tecnológicas serem um meio de acabar com práticas criminais é desafio presente no problema. Sob essa ótica, Djamila Ribeiro - filósofa contemporânea - explica que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Porém, existe um silêncio instaurado na questão, a falta de caminhos para que percorra a solução é mínima ou nula, posto que se a problemática ainda existe na sociedade evidencia que as consequências do entrave não foram levadas à luz. Logo, urge tirar esse contexto da invisibilidade como descreve a pensadora.
Ademais, vale ressaltar a reafirmação do tema, pela sociedade como algo banal. Assim também, mostra-se na população a construção de uma naturalidade acerca da problemática, é possível explorar esse cenário sobre a visão de Simone Beauvoir, intelectual francesa. De acordo com seu pensamento, mais infame que a existência de um problema é o fato de a comunidade se habituar a ele. Paralelamente, tal constação é legitimada pelas vítimas da falta de tecnologia no combate da criminalidade no Brasil, sofrerem desta mazela e não haver uma mudança por parte dos indivíduos para que não aconteça mais esse fato infeliz. Dessa forma, é essencial ultrapassar esses paradigmas, que, infelizmente, prejudicam diversas pessoas.
Portanto, a carência de tecnologia no combate às práticas criminais não impedirá a ordem e progresso. Sendo assim, cabe ao Congresso Nacional - órgão responsável pelas mudanças da pátria - criar projetos de aplicação de leis constitucionais, por meio de fundos estatais, com a finalidade de tornar a nação brasileira como uma vitríne para o mundo. Outrossim, esse modo pode ser obtido também, por exemplo, por arrecadação de impostos públicos, para que estas ações não sejam somente planos teóricos, mas uma realidade. Assim, leva o Brasil para o caminho ideal criado pela Constituição.