A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 27/08/2021
Com o processo de globalização, novas tecnologias, de diversos tipos, foram incluídas no cotidiano da humanidade. A partir disso, é importante ressaltar que tais avanços não diminuíram o crescimento da violência e criminalidade no Brasil. Por isso, é importante avaliar a ineficiência estatal em lidar com estes problemas e o baixo investimento em tecnologia aliada ao combate à criminalidade.
Em primeira análise, é necessário debater a ineficiência do Estado e as razões que levam a esta. Ao tomar como base dados do g1 que mostram que em 2020 houve um aumento de 5% nos homicidios, é possível perceber a ineficiência do estado em lidar com a criminalidade. Tal fato ocorre, não somente por questões financeiras, mas sim, pela insistência dos governantes de permancerem nos meios convencionais pouco se utilizar da tecnologia disponível, tanto por evitar custos, quanto pela mudança nos serviços policiais, já que forçaria adaptação com este novo tipo de abordagem. Sendo assim, a população não tem acesso a o melhor monitoramento possível, dificultando o controle da criminalidade.
Em segunda análise, é imperativo discutir o baixo investimento nas novas tecnologias atuando na prevenção dos crimes. Neste sentido, é vísivel uma má gestão dos recursos públicos, que pouco são investidos nesse tipo de tecnologia, que poderia ser benéfica para o cidadão pela praticidade e maior segurança, e para o policial que teria acesso à aplicativos de comunicação e câmeras com identificação facial por exemplo. O “PM MOBILE”, aplicativo instalado no Estado de Santa Catarina, evidencia como a tecnologia facilita o trabalho policial, nesse caso, ao melhorar a comunicação entre os agentes da região.
Dessa forma, é necessário que o Estado implemente tecnologias para que se adquira melhora efetiva na segurança do país. Para isso, o Ministério da Justiça e Segurança Pública, deve exigir formalmente dos Estados que sejam instaladas câmeras de segurança nos lugares de maior ocorrência de crimes, que devem ser checadas pela polícia designada em cada bairro, e disponibilizar um app regional de denúncia de crimes e realização de boletins de ocorrência, a ser desenvolvido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de cada Estado e especializado pelas prefeituras de cada cidade, já que essas têm informações mais específicas. Somente assim será possível integrar a tecnologia aliada no combate à criminalidade.