A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 27/10/2021
“Darwin’s Game” é um livro japonês que apresenta uma realidade na qual as pessoas são submetidas a lutarem, com o intuito do vencedor da batalha receber uma quantia monetária em doláres. Para que não haja trapaças, os participantes são levados para locais repletos de câmeras. Por mais que a situação citada anteriormente seja fictícia, a ideia de que o indivíduo, por ser gravado, reduz as chances dele cometer delitos, é presente na sociedade. Entretanto, essa afirmação é falha, pois ela apresenta uma falsa segurança que, consequentemente, induz o dono do produto a possuir menos cuidados, tornando-o mais apto a sofrer problemas. Sendo assim, é necessária a junção desse auxiliador, que é o aparelho que grava, com uma preocupação maior do proprietário.
Em primeiro lugar, por mais que a observação do local seja um método de proteção, ele não impedirá futuros situações desfavoráveis, como furtos. Nesse sentido o site “gauchazh.clicrbs.com.br” afirma que o mau uso dessa tecnologia tende a causar um bem-estar não verídico. Desse modo, o utilizador do produto estará em perigo, pois para que o utensílio forneça o conforto desejado, o mesmo precisa de uma atenção especial do proprietário, como analisar os aparelhos gravadores de imagens periodicamente, para que o produto ofereça o máximo de segurança. Nessa perspectiva, é ideal que o conjunto da tecnologia com um bom monitoramento seja realizado.
Além disso, a ideia anterior, comprovada como ilusória, faz com que o proprietário pense que o ambiente está totalmente seguro, fato que, na verdade, promove menos segurança. Sob essa ótica, o portal anteriormente citado concorda que o maior erro dos compradores é em acreditar que a proteção provém somente dos métodos tecnológicos, em que os mesmos, por confiarem nessa informação, diminuem a atenção para com os possíveis problemas que não são totalmente protegidos por eles. A partir dessa lógica, o objeto caminha em contrapartida com a função dele, ja que no momento que ele dificulta as pessoas má-intensionadas, algo tido como bom, cria-seuma zona de conforto que resulta no relaxamento exacerbado dos consumidores. Por isso, é imprescindível o investimento na melhora disso.
Portanto, as empresas que vendem esses produtos, como a Segmix, devem investir na melhor educação dos compradores - por meio de manuais que expliquem a melhor forma de segurança -, com a finalidade de que ocorra a desilusão no pensamento deles. Ademais, essas mesmas corporações devem reafirmar, por meio de propagandas explicatívas na mídia, a concepção de que as câmeras isoladamente não criam uma “defesa inquebrável”, no intuito dos usuários não possuírem mais ignorância no assunto. Feito isso, as pessoas estarão mais seguras e a luta contra o crime através da tecnologia se aprimorará de forma favorável.