A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 05/11/2021
Na série “Mr Robot”, o hacker ético Elliot utiliza de meios tecnológicos para encontrar criminosos, utilizando os aparelhos ao seu redor. Quando trazido ao contexto atual, é possível perceber que a tecnologia tem exercido um papel cada vez mais importante na sociedade, prevenindo e remediando atos criminosos. As câmeras de monitoramento, os sensores de movimento e os radares, por exemplo, são tipos de ferramentas para garantir a segurança coletiva. No entanto, ainda há muitas situações, na qual apenas a utilização da tecnologia não é o suficiente, é necessário que haja uma coordenação entre agentes da lei e os aparelhos tecnológicos.
Primeiramente, é preciso salientar o porquê da necessidade do uso de tecnologias. Devido aos grandes índices de criminalidade no Brasil, há uma enorme demanda de métodos, com o intuito de diminuir os atos criminosos. Logo, os meios tecnológicos são utilizados como ferramentas, com função de auxiliar e facilitar os metodos de combate ao crime, tornando a tarefa mais efetiva. Itens como a tornozeleira eletrônica, por exemplo, que através da vigilância de agentes penais, monitorando os detentos em regime prisional.
Porém, mesmo com a importância desses métodos esclarecida, ainda há uma carência de investimentos no setor da segurança, tendo em vista que, muitas regiões do país ainda sofrem com a criminalidade e insegurança. Ademais, é de suma importância frisar que, na Carta Magna de 1988, prevê igualdade social à todos, enquanto cidadãos, todavia, fica claro que esse direito parece não sair das folhas da Constituição.
Logo, tendo em vista os fatos anteriormente apresentados, fica evidente a necessidade da tomada de ações, para sanar esse problema. É preciso que o Estado invista em meios tecnológicos, e isso será feito, a partir de acordos entre empresas privadas de segurânça e o Estado, com o intuito de melhor “equipar” tecnológicamente os agentes responsáveis pelo combate ao crime. Dessa maneira, será possível diminuir os índices de crimes cometidos, a partir da integração entre tecnologia e o estado.