A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 24/01/2022

Em seu artigo sexto, a Constituição Federal prevê o direito a segurança como inerente a todo cidadão brasileiro. Entretanto, isso não é notado com ênfase na prática, uma vez que os índices de criminalidade só aumentam. Conquanto, a tecnologia vem amenizando esse drástico quadro. E é por meio dela que a educação e a indústria tecnológica do país contribuirão para diminuir os níveis alarmantes de delitos nacionais.

Em um primeiro momento, deve-se ressaltar a importância em dar prioridade à educação dos cidadãos. Nessa perspectiva, universalizar aparelhos modernos nas escolas, como: computadores e tablets é de suma importância para haver um maior avanço educacional no país, assim como há em colégios orientais, onde a qualidade educacional supera, e muito, a do Brasil. Ainda, nesse contexto, o economista britânico William Arthur Lewis colabora com essa ideia ao dizer “A educação nunca é gasto, sempre foi investimento com retorno garantido”. Logo, percebe-se a relevância que deve haver em torno desse tema, a educação.

Ademais, o Brasil é um dos maiores produtores de matéria prima para componentes tecnológicos da América Latina. Visto isso, o potencial que a nação tem para se tornar um grande produtor de tecnologia de ponta é altíssimo. Desse modo, computadores, câmeras de segurança e até softwares voltados para tornar o país mais seguro se tornarão mais acessíveis. Assim, o estado não violará o “contrato social” acerca da segurança, tal como afirma o filósofo, contratualista John Locke.

Por fim, o aprimoramento da educação e da indústria produtiva do país estão como pilares centrais para se combater a criminalidade. Por conseguinte, o governo tem de direcionar mais verba para educação, bem como capacitar profissionais do setor de produção de tecnologia de ponta. Pois, só assim, o país cumprirá seu “contrato social” de segurança, tal como afirma John Locke.