A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 04/04/2022
O filme “Já não me sinto bem em casa” aborda o drama da protagonista Ruth que, após ter sua casa assaltada, decide perseguir os bandidos para recuperar seus pertences. Fora do contexto ficcional, por não possuir um sistema de segurança tecnológica eficaz nas ruas para combater a criminalidade, esta é a realidade de muitos cidadãos brasileiros. Desse modo, isso ocorre pela negligência estatal e tem como consequente um aumento significativo dos furtos e roubos.
Nesse contexto, vale ressaltar que o precário engajamento governamental para com as tecnologias, aliadas ao combate à criminalidade, é um fator crucial. Nesse sentido, embora a Declaração Universal dos Direitos Humanos garanta a todos as pessoas o direito à segurança e ao bem-estar, percebe-se que isso ainda não é visto na prática, uma vez que o governo não investe na segurança pública e nem tampouco em equipamentos tecnológicos avançados, como câmeras, sensores e biometria. Dessa forma, faz-se necessário um maior investimento financeiro destinado as tecnologias que podem auxiliar os policiais e reduzir de forma significativa os crimes.
Por conseguinte, o alto índice da criminalidade no Brasil é potencializado pelo uso incorreto das tecnologias. Nessa perspectiva, na obra cinematográfica “The Batman”, é retratado a mau utilização dessas quando o protagonista, Batman, se expõe a uma bomba ao invés de mandar um aparelho em seu lugar. Ou seja,
o errado manuseamento aumenta ainda mais tal problema. Dessa maneira, fica evidente que é imprescindível planejar para que a tecnologia ajude de forma precisa na diminuição das taxas de violência brasileira.
Portanto, tendo em vista que a tecnologia é uma ferramenta crucial no combate ao crime, urge que o Ministério da Justiça e Segurança Pública - responsável pelas garantias constitucionais - desenvolva políticas públicas de segurança avançada e invista na capacitação dos funcionários públicos, por meio de Emenda Constituição, com o intuito de reduzir a criminalidade no país e garantir o bem-estar social de todos. Assim sendo, os cidadãos não se sentirão mais inseguros em suas casas, diferentemente da protagonista do filme “Já não me sinto bem em casa”.