A tecnologia no combate à criminalidade

Enviada em 09/11/2022

“Se continuarmos desenvolvendo nossa tecnologia sem sabedoria ou prudência, nosso servo pode se tornar o carrasco”, é possível associar a citação de Omar Bradleyse ao uso da tecnologia de segurança como um meio de efetuar um crime. Nessa perspectiva, torna-se primordial a analise desta problemática, causada tanto pela falta de controle do homem de suas próprias criações , quanto a comercialização de dados.

A princípio, o uso das redes para propagar falsas confirmações de senhas ou dados facilitam a violação dos direitos dos usuários, fazendo com que, o que devia ser uma ferramenta de auxilio para casos inesperádos, se torne uma arma de pessoas mal intencionadas. Nesse aspecto, é relevante mencionar o filme “Vingadores: era de Ultron”, em que, a geração de uma inteligencia artifial criada pelo Tony stark e o Bruce Banner para auxiliar a humanidade virasse seu maior inimigo e corrompesse seu objeivo inicial. Fora da ficção, milhares de tecnologias são usadas de maneira contraria a sua função primára, utilizando de seus meios de segurança e preservação de dados como caminho de burlar a segurança, tornando o criador desta ferramenta incapacitado de controla-la completamente.

Sob esse viés, torna-se relevante analizar que o incentivo das empresas com a capacitação de profissionais para roubos de informações para testar sua própria segurança, pode ser usado para fins comerciais contra outras empresas. É valido o dado da empresa fortinet que mostra que o Brasil sofreu mais de 16,2 bihões de tentativas de ataques virtuais, sendo o quinto país a sofrer mais casos de rasonware, no qual o criminoso so libera o acesso ao sistema após um pagamento do resgate, mostrando desta forma, que a tecnologia vem se tornado um paradoxo de segurança e crime.

Portanto, para reverter o quadro em questão cabe ao Ministério da Defesa, responsável pela proteção dos ativos de informação de interresse da defesa nacional, juntamente com o Ministério da Justiça, incentivar criações de empresas especializadas em crimes ciberneticos e apoiar as já existentes, por meio do direcionamento de verbas e criação leis mais rígidas contra esse tipo de crime, para que a tecnologia seja usada para o combater o crime e não patica-lo.