A tecnologia no combate à criminalidade
Enviada em 16/07/2022
De acordo com a atual Constituição Federal do Brasil, a segurança é dever do Estado e direito e responsabilidade de todos. Para isso, o uso da tecnologia por parte das pessoas e pelos agentes de segurança possui um papel essencial ao combate a criminalidade. No entanto, a utilização da tecnologia em excesso (como câmeras ou microfones) podem violar a privacidade de eventual suspeito. Assim, é necessário uma ponderação entre a busca pela repressão do criminoso e a invasão da intimidade.
Primeiramente, é preciso destacar que a informatização teve um grande avanço nos últimos anos. Dependendo da forma que a utilize, pode ser benéfico para a sociedade, como a repressão e a prevenção de diversos crimes. Por exemplo, as câmeras de monitoração eletrônica podem evitar uma agressão de uma Babá com um bebê, ou caso a ocorra, os pais podem levar os vídeos as autoridades. Logo, a tecnologia pode ser utilizado para o combate de diversas infrações.
Nota-se, entretanto, que o uso sem cautela pode gerar um certo abuso do controle de vigilância. Tendo como base o mesmo exemplo supracitado, um excesso de cautela por parte dos pais seria uma câmera que grave um momento que a babá esteja despida, gerando um potencial crime. Visto isso, o mal uso de instrumentos tecnólogicos pode gerar consequências graves.
Dado o exposto, para que a tecnologia seja utilizada de mandeira segura, é preciso de políticas públicas para que tenha uma podenração entre os mecânismos de segurança e o direito a intiminade.