A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 30/10/2020

O termo “uberização do trabalho” é novo e foi popularizado em 2.017 no Brasil. É uma nova forma de controlar, gerenciar, e organizar uma prestação de serviço. Entretanto,  as pessoas compartilham opiniões e diferentes ponto de vista em relação a esse termo e a sua prática em si.

Nos dias hordienos, a tecnologia está presente em todo lugar, e é graças a ela que ocorre a “uberização do trabalho”. Atualmente, enfrentando uma pandemia, as pessoas evitam sair de casa e estão buscando ainda mais sites e aplicativos para resolver e comprar o que for necessário. E esse é o maior exemplo da uberização em prática, oferta e demanda de serviços por sites e aplicativos, oferecendo liberdade para os trabalhadores da área e conforto para quem vai consumir do serviço.

Porém, os trabalhadores dessa área perdem estabilidade, pois não possuem salário fixo, além de se tornarem informais e perderem as garantias dos direitos trabalhistas que um trabalhador de carteira assinada possui. Em virtude disso, acaba ocorrendo a precarização do trabalho no Brasil, desamparando vários trabalhadores e sendo uma consequência direta da uberização.

É possível concluir então, que a uberização do trabalho pode ser boa para a economia e para os trabalhadores que a utilizam frequentemente, mas é preciso que ela melhore em vários aspectos. O Ministério do Trabalho deve criar e aprovar leis que assegurem os direitos de trabalhadores informais, já  que o número desse tipo de trabalhadores só aumenta e eles não podem ficar totalmente desamparados e sem direitos.