A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 30/10/2020
É notório a quantidade de cidadãos que são empregados, e tem como principal fonte de renda, “startups” como Uber, 99, iFood. Perante a isso, destaca-se a falta de empregos formais e a fuga de país dessas empresas, caso o sistema político tente burocratizar e regulamentar com leis laborativas. Em tempos de crise, não podemos esperar ocupações com diversos direitos e benefícios, essas companhias são heróis em época de guerra.
Em primeiro lugar, é necessário salientar que, segundo o IBGE, 13,8 milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil, em junho-agosto de 2020. Diante disso, se mostra a dificuldade de criar empregos, por diversos fatores, dentre eles, a burocracia para contratar e manter um funcionário. É necessário pagar INSS, seguro-desemprego, FGTS, impostos, décimo terceiro, muitas vezes não sobrando nada para o empreendedor, e não compensando financeiramente a admissão daquele funcionário.
Em segundo lugar, é evidente o número de companhias que deixam o Brasil, por vários motivos: regulamentação, impostos, burocracia, forte participação negativa do Estado. A Nikon, Ford caminhões e Lush são apenas algumas delas, que somadas, geravam milhares de trabalhos. Ademais, quando o governo quer grande parte do lucro de uma empresa, a mesma sai do país, gerando uma enorme onda de desemprego.
Enfim, se mostra inegável a quantidade de pessoas que essas startups ajudam. Em contrapartida, é necessário que o Estado ajude, não atrapalhe, como vem fazendo. Portanto, é essencial a redução de impostos para corporações, doação de terrenos para grandes multinacionais, e desburocratização para gerar empregos, e assim, voltar ao crescimento da economia novamente