A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 02/11/2020

Como visto na sociedade Brasileira, hodiernamente, o uso constante de aplicativos de delivers, pois são considerados mais práticos e baratos. De acordo com o site “Abrasel” o brasileiro usa 25% do seu salário nessa modalidade. Entretanto, os entregadores desses aplicativos não possuem os devidos direitos: salário justo pelas jornadas extenuantes, falta de benefícios sociais, e não possuem plano de saúde, sendo que tem grande possibilidade de ocorrer acidentes no trabalho.

A princípio, durante a manifestação destes trabalhadores, Edgar silva (um dos entregadores) disse que eles só queriam ganhar melhores salários para almoçarem dignamente e não andarem precarizados, e querem ser remunerados. Para ilustrar, muitos procuram essa modalidade como solução de conseguir sustentar a si próprio e a família, porém com essa falta de benefícios não conseguem. Com isso, percebe-se a falta de importância dada pelos empregadores, que, assim, fere os Direitos humanos.

Por conseguinte, mais de 5mil pessoas sofrem acidentes no trabalho - de acordo com a pesquisa feita pela Comunicação de acidentes de trabalho. Dessa forma, é dever da empresa e do Governo assegurar que as pessoas tenham os devidos direitos do Artigo 5° da Constituição Federal de 1988, que são os direitos, sendo importante citar nesse contexto, a trabalho e segurança igual  para todos os cidadãos. Além disso, pode causar a morte do empregado ou acarretar para que ele tenha dificuldades de trabalhar futuramente, o que faz com que tenha dificuldades para se auto sustentar.

Devido aos fatos mencionados, é preciso que o Governo Federal junto aos Ministério do trabalho, por meio de uma lei - assegurando os direitos desses - melhorem a escassez na uberização, e que ganhem multas as empresas que não cumprir com essa lei. Fazendo assim, melhorando as situações de vida desses indivíduos e que estes tenham vida uma vida digna.