A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 30/10/2020

Com as novas buscas pelo fácil e rápido, surgiram na contemporaneidade brasileira aplicativos que trazem a atualidade uma maior praticidade em compra dos mais variados produtos .Entretanto, tem-se uma certa precarização na chamada “uberização”, por falta de direitos básicos para os funcionários que correm riscos na hora da entrega que muita das vezes é de motocicleta e reduz a segurança do individuo e também pelas longas jornadas de trabalhos podendo ser comparados a um trabalho escravo.

Em primeiro plano, Karl Marx explica o principio da luta de classes  na sociedade atual, visto que há uma alta indiferença social presente da classe alta para com a classe baixa. Análogo a isso, no Brasil a grande procura de empregos na fase do desemprego, faz com que as pessoas se sujeitem a locais e empresas que não garantem direitos que são  básicos a todo trabalhador. Além disso, o Governo não pune e nem se atenta as mesmas, fazendo com que haja uma invisibilidade política perante a um problema social grave e pertinente.

Paradoxalmente, a Declaração Universal dos Direitos Humanos assegura entre tantas outras garantias o direito a dignidade humana para toda a sociedade. Hodiernamente, se difere no que se diz na lei, pois a precariedade com funcionários de muitas empresas de entrega como a Uber Eats cresce cada dia mais no cenário brasileiro. Com isso, infrige a dignidade humana e a gozação plena de direitos básicos, como a saúde, segurança etc.

Portanto, o Governo Federal deve atentar-se para a precarização de empresas para com os funcionários, por meio de mais garantias de direitos, criação de leis mais rígidas para empresas que não respeitarem a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Por conseguinte, conseguirá diminuir os problemas em relação a precarização no mundo do trabalho, diminuir os problemas de trânsitos que podem ocorrer com as entregas, o que gerará uma sociedade mais igualitária e harmônica, a exemplo do que se diz na Declaração Universal dos Direitos Humanos, onde é dever do Estado garantir dignidade humana para todos.