A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 31/10/2020

Primeiramente, entender o significado da palavra Uber, é importante, visto que nos Estados Unidos da América pode ser uma gíria e com a trema “¨” caracteriza origem alemã, esboçando significados parecidos como: acima de, supremo, melhor. Para tanto, a tecnologia no trabalho pode estar acima do nosso entendimento devido a velocidade de evolução. Desta forma, como pode-se lidar de maneira produtiva com esse  desenvolvimento tecnológico e como todos podem ter acesso vislumbrando melhorar a economia.

Nesse contexto, “Nada é permanente, exceto a mudança”, assim disse Heráclito de Éfeso. Nesse sentido, a “uberização” tem vindo com um teor de mudança além daquilo que pode-se suportar, pois o mercado tem exigido do trabalhador/empreendedor respostas rápidas, porém muitas das vezes os mesmos que são maioria e que movimentam a economia não tem acesso à tecnologia de ponta.

Outrossim, como disse Bauman, “A única coisa que se pode ter certeza, é a incerteza”. Contudo, não haverá retorno no espectro da “uberização” se a adaptação não passar a fazer parte das relações comercias e “n” outras relações, pelo simples fato que a relação de troca ainda existe, a mesma que teve ênfase após 1530, sendo que hoje apenas caracteriza-se de uma forma mais avançada.

Portanto, tal problemática deve ser resolvida usando os recursos possíveis e dentro da realidade nacional. Dessa forma, O Ministério da Economia, deve repassar mais recursos, através de emendas, a fim de beneficiar o acesso da maioria á tecnologia de ponta compatível com a realidade de mercado. Assim, os Governos Estaduais e Municipais devem aplicar na sua estrutura urbana, linhas de acesso com a fibra óptica para que os recursos possam ser bem aplicados, havendo compatibilidade entre gestores e população.