A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 01/11/2020

Comodidade/luta.

A todos os momentos novas formas de tecnologia são desenvolvidas fundamentadas em dois pilares como base, o lucro e a eficiência dos serviços, sendo o deliver uma nova forma. Trabalhadores como delivers, são alvo de empresas formadoras dessas tecnologias, trazem como logam a comodidade para o cliente e a liberdade para o empregador, pautados em faça a sua hora ou um ganho extra. Esse ganha pão recebeu o nome de “uberização” devido a empresa que criou essa tendência.

Diante da crescente necessidade das pessoas ganhar tempo, uma forma de trabalho surgiu para suprir essa demanda, empresas criaram o deliver, onde, devido a precocidade desse sistema, a precarização do trabalho pela falta de direitos se mostra junto com a deficiência do estado em exigir garantias de necessidades fundamentais para tais classes de trabalhadores. Defronte disso, manifestações expressivas de pedidos de direitos surgiram em meados desse ano em todo o pais. Tendo esse grupo salvaguardado pelas resdes sociais a legitimidade de suas ações.

Não obstante em divergência de interesses, empresas como Uber, ifood, criaram sistemas de contratos com o empregado visando trazer maiores lucros para si e menos custo pelos serviços prestados, favorecendo o cliente. Dado isso, se encontra no meio quem de fato presta o serviço, que como de prache na história, é o menos favorecido, tento grandes cargas horárias de trabalhos com baixa remuneração, sendo uns dos pontos de interesses conflitantes.

Partindo dessa conjectura, a uberização do trabalho trouxe comodidade no cotidiano, porém revelou ainda uma permanência na voracidade pela qual multinacionais vizam sempre mais. Problematica que o sistema legislativo deve buscar resolver por meios de leis, assim como a criação de circulos informacionais para que a vôz dessa classe de trabalhadores ganhem corpo e vez, sejam ouvidos. O benefício desse serviço não deve ser unilateral.