A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 03/11/2020
Ao analisar o tema “A urbanização do trabalho na área tecnológica: precarização ou liberdade?” vê se que, como o próprio nome já diz varia da empresa uber, na qual motoristas possuem essa liberdade e atuam de acordo com a demanda doa clientes, se aceitarem a corrida. Esse modelo de trabalho é visto como uma forma mais eficiente de atuação onde o valor central é a informação e a flexibilidade. Ademais, cada vez mais a empresa acredita que com essa nova era da tecnologia, pessoas desempregadas ou até mesmo quem está precisando de renda extra possa se tornar seu próprio empresário e gestor. De acordo com o IBGE, esse número de pessoas que trabalha como motoristas de aplicativo, taxistas e motoristas aumentou 29,2% em 2018, a maior alta desde 2012. No entanto apesar de trabalharam, optam pelo serviços por aplicativos porque precisam e não porque obtêm o retorno que esperam. Um dado que comprova é que com a pandemia de Covid-19, o desemprego aumentou e muitas pessoas estão recorreram aos aplicativos como uma alternativa de sobrevivência. Outrossim, para muitos especialistas a uberização é sinônimo de precarização do trabalho, Isso, porque não contratadas formalmente, não têm direitos trabalhistas, como auxílio doença, férias,13° salário e previdência social. Mesmo com tudo isso, para ganharem o mínimo para sobreviver, eles precisam trabalhar muitas horas por dia, sem a alimentação e os cuidados essenciais. Portanto, medidas são necessárias para combater a problemática. O poder legislativo exercido pelo congresso nacional composto pela câmara doa deputados, deveram realizar um projeto de lei de regulamentação dos serviços nas plataformas digitais, por meio de regras impostas a serem seguidas pelas empresas, e caso sejam infligidas estarão sujeitos a multas. Logo, essas medidas visam garantir um suporte adequado ao trabalhador e por fim garantir todos os lucros obtidos. Dessa maneira teremos uma sociedade mais justa.