A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 04/11/2020

A “uberização”, com toda certeza, representa liberdade, pois ela permite que pessoas criem seus comércios sem precisar ter uma loja física, pois ela também permite que trabalhadores como motoristas e entregadores de comida sejam livres para trabalhar “para quem quiserem”. Essa liberdade torna o governo mais “enxuto”, o que é muito bom, pois ninguém deve ser obrigado a viver às custas do Estado.

Primeiramente, devemos falar sobre os impactos da “uberização” no Estado, que é prejudicado na arrecadação de impostos, pois os motoristas de aplicativos, por exemplo, podem escolher entre pagar 5% ou 20% de seu salário para o INSS, o que também não é de todo ruim, uma vez que o governo continua arrecadando impostos. Se a “uberização” fosse um pouco mais radical e com apoio de parlamentares, talvez teríamos uma queda de impostos, algo muito bom para os trabalhadores que são obrigados a pagar uma tributação absurda para quando se aposentar, receber do governo uma remuneração ridícula.

Depois de falarmos sobre os impactos no governo, vamos falar sobre as vantagens da “uberização” na vida dos trabalhadores. Os trabalhadores que sofreram influência da “uberização” em suas vidas, foram beneficiados pois ela dá mais liberdade financeira e pessoal, uma vez que o indivíduo dependerá menos do governo. Quanto mais “revoluções” tivermos no Brasil e no mundo, mais a vida de todos melhorará, todos devem lutar pelo seu direito de liberdade, seja ela religiosa, financeira ou até mesmo de expressão.

Resumidamente, a “uberização” foi um avanço na vida dos seres humanos, pois todos adquirimos mais liberdade e nos livramos de parte de nossa “prisão” com o governo. O papel do povo agora é o de pressionar os parlamentares para que mais projetos de leis que deem mais liberdade financeira, que gerem impostos justos e que tornem nossa vida melhor, sejam aprovados, para que assim possamos viver em uma sociedade justa e que nos dê vontade de viver.