A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 14/01/2021

Torna-se mais evidente no contexto brasileiro, uma busca por melhorias referentes ao trabalho, como a uberização, pois de acordo com os processos de avanços que a Revolução Industrial trouxe, os meios para o trabalho está tomando proporções e atingindo diversas áreas. Consequentemente, isso significa uma economia de forte presença tecnológica digital, mobilidade e conectividade com pessoas. Nesse contexto, o desenvolvimento dessa ciência trás alguns problemas, destacando-se o desemprego e as possibilidades de uma renda extra.

Em primeira instância, a uberização no trabalho se refere a uma série de transformações, que na realidade estão em curso a décadas. Além disso, o desempego ganha destaque para esse meio, pois é uma das formas simples de ter um salário no fim do mês, na qual esse trabalhador não será beneficiado com seguro dezemprego, plano de saúde ou abandono salarial. Segundo o pesquisador Steven Hill, especialista em crescimento econômico a New America Fundacion, afirma que a precarização do trabalho é o grande risco para o avanço desse modelo, ou seja, não há garantia de benéficios nem para trabalhadores temporários e nem para autonômos. Então, tona-se importante os indivíduos realizar pesquisas para buscar melhorias aos investimentos próprios como por exemplo, uma especialização que esteja escasso de profissionais de determinada área.

Outrossim, com o cenário pessimista, as pessoas buscam alternativas de trabalho para completar a renda e com o isolamento social muitas pessoas ao continuar trabalhando ou não, buscaram aumentar a renda tornando-a em um meio de aplicação em négocios ou mesmo para o investimento pessoal. Diante disso, a venda de comida por meio de delivery é um dos métodos livres usados por muitos brasileiros, e muitas vezes torna-se um negócio definido. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e estatistica (IBGE), em Mato Grosso, pelo menos 76 mil pessoas passaram a atuar profissinalmente por conta própria ou de maneira informal, ou seja, muitas pessoas preferem investir no seu próprio mercado, pois podem trazer novas idéias que sejam abrangentes para o comércio. Com isso, é  necessário que esses cidadãos procurem alguma forma de especialização para um bom desenvolvimento.

Portanto, deve ser feito um plano de seguro universal para garantir benéficios tanto para trabalhadores temporários e autonômos, oferecendo-lhes segurança ao trabalhar em determinado serviço, e isso será realizado pelo Estado na criação de políticas públicas para o melhor do indivíduo. Ademais, os mesmos órgãos devem criar campanhas que informem sobre a criação de minicursos para aqueles que desejam uma renada extra para qualificar-se com experiências e preparadas para o futuro.