A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 04/11/2020
A agregação de serviços tercerizados voltados para a transportação de pessoas ou produtos, atualmente, é chamado de “uberização”, sendo fornecido por empresas como: Uber, Ifood e Mercado livre . Entretando, com a tecnologia presente nas empresas atuais, os direitos dos trabalhadores se tornaram mais vúnerais, principalmente com a elevação de serviços tercerizados e precarização de funcionários fichados.
Desta forma, entende-se que, a tecnologia causa impactos notórios na vida dos empreendedores e dos trabalhadores desde o princípio da primeira Revolução Industrial. Tendo em vista que, as inovações e aumentos da utilização de materiais tecnológicos nos locais de trabalho elevou o nível de produtividade, assim como é apresentado no filme “Tempos Modernos” de Charlin Chaplin, com a utilização das máquinas na fábrica, mas já causando certas mudanças negativas na vida dos funcionários, como por exemplo: subistituíção de diversos funcionários por máquinas, causando queda de vagas de emprego no mercado de trabalho.
Compreende-se também que, nos dias atuais, empresas desse ramo vendem sua mão de obra por meio de redes socias, como é abordado sobre isso na edição de 2016 do Fórum Econômico Mundial, na qual surgiu no decorrer do desenvolvimento da internet, sendo um meio de comunicação presente na atual era tecnológica, sendo conhecimento do Ministério do Trabalho que a maioria dos trabalhadores de “uberização” não possue carteira assinada, limitando assim o envolvimento do governo na garantia dos direitos dessas pessoas.
Dito isso, conclui-se que, é dever do Ministério do Trabalho, juntamente com o Ministério da Cidadania promover ideias para manter os direitos dos trabalhadores de acordo com as transformações do mercado de trabalho. Como é função da legislação atualizar e criar leis que garantirá os direitos básicos também dos trabalhadores não fichados mantendo as obrigações de qualquer empresa.