A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 05/11/2020

A entrada da tecnologia no mercado de trabalho foi responsável por facilitar o dia a dia das pessoas,conseguindo criar possibilidades diversas de emprego.Entretanto,com a enxurrada de aplicativos que fazem a função do mercado de trabalho fixo,ocorreu uma diminuição na oferta de empregos que beneficia o dono e prejudica os empregados.Nesse viés,cabe analisar como a uberização participa do mercado de trabalho e a forma como essa tecnologia de grande escala pode prejudicar a demanda de empregos.

Inicialmente,a uberização está presente no dia a dia e em todas as plataformas,principalmente no comércio.Isso acontece,porque com a tecnologia avançada e os diversos recursos que ela dispõe é possível a inserção de empresas no meio virtual.Consequentemente,conseguem levar seus produtos a um grupo de maior escala e com um preço mais acessível que as lojas físicas.Um exemplo claro disso são os Uber,que conseguem precificar as corridas de forma mais barata que os taxis,atingindo o público mais acessível e com maior demanda.

Vale salientar,ainda,que esse processo de certa forma prejudica o mercado de trabalho.Isso ocorre,pois o uso do meio virtual faz com que as empresas tenham uma mão de obra mais barata.Nesse contexto,contratam menos empregados,pois tudo torna-se online e assim aumentam seus lucros.Essa situação pode ser retratada pelas lojas onlines que conseguem levar um acesso mais amplo,conseguindo mais compradores e contratando menos empregados.

É imprescindível,portanto,a mitigação do uso desenfreiado da uberização na sociedade.Logo,o governo junto do Ministério do trabalho,deve criar políticas públicas de ajuda ao microempreendedor,por meio de um auxílio monetário,de forma a auxiliar o comércio para que não ocorra mais desemprego,a fim de garantir qualidade financeira para ambos,tanto empresas virtuais como físicas.