A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 07/11/2020
Segundo as ideias do filósofo Karl Marx, todas as formas de exploração são idênticas, porque elas se aplicam, todas iguais, ao mesmo objeto: o homem. Partindo desse pressuposto, a recente ‘4° revolução industrial’ em conjunto com a uberização tem provocado uma espécie de precarização em relação a proteção dos direitos do trabalhador. Diante disso, é primordial mencionar que mediante a tecnologia juntamente com a fácil ádito entre pessoas, propicia consequências boas e ruins concernente a sociedade. Dessarte, é de suma importância, exprimir que a desvalorização e a informalidade alusiva a uberização juntamente com a desatividade do Estado tem infligido as leis trabalhistas.
Inicialmente, a desvalorização propiciada pela informalidade referente a uberização é uma realidade hodierna que se assemelha à precarização por intermédio do labuto. Por conseguinte, a maioria de pessoas que aderiram esse modelo de trabalho de certa forma renunciaram a proteção executada pelas leis trabalhista. Visto que, a simplicidade dos contratos alusivos aos trabalhos informais, em que não dispõe dos direitos conquistado pelos cidadãos proletariado, tem contribuído para desdém do trabalhador. Dessa forma, é de extrema relevância aludir que a longo prazo, esses labutadores informais tê-lo-ão consequências drásticas concernente a previdência social. À vista disso, se entende o porque de Aristóteles afirmar que a sociedade corrompe o homem.
Ademais, a desatividade do Estado é um fator que deveras tem prejudicado a vida de muitos brasileiros honestos, pais de famílias que buscam pelo sustento, que se veem obrigados a desvencilhar de seus direitos referente as normas trabalhistas. É de suma importância, que o Estado se interfira, para que os trabalhadores sejam valorizados segundo a legislação, e assim, conciliando com o filósofo contratualista Thomas Hobbes, o Estado tem como obrigação garantir a paz e o bem estar social. Além disso, de acordo com o pensador inspirador Luther King, a injustiça em um lugar qualquer, ameaça a justiça em todo lugar.
Dado ao exposto, é essencial que as leis trabalhista sejam aplicadas de forma mais rigorosa, visando a segurança e a proteção dos que labutam informalmente. De modo, que o órgão executor complemente a legislação trabalhista com uma cláusula que obrigue os empregadores a formular um contrato que englobe todos benefícios oferecidos pela lei. Dessa maneira, é necessário que o Estado reconheça a importância de sua participação para reverter o ultrajante cenário atual referente a disseminada uberização. Portanto, correlacionando com o celebre filósofo Thomas Hobbes e o pensador Luther King, somente mediante a garantia da paz, do bem social e da justiça será possível constituir um Brasil que beneficie todos cidadãos brasileiros.