A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 08/11/2020
No Brasil contemporâneo uma nova forma de trabalhar surgiu para revolucionar a antiga, tudo isso com o objetivo de tornar os empregos mais informais, tal informalidade pode ajudar aqueles desempregados ou até mesmo fornecer certa liberdade aos seus trabalhadores. Porem, esse processo pode conter diversos tipos de precariedade como: a perda do salário fixo juntamente a falta de garantias trabalhistas.
Primeiramente, para muitos desse funcionário coloquiais torna se quase impossível ter controle das suas finanças ou ate mesmo pagar a conta no final do mês, porém não querem abdicar de sua liberdade no trabalho. Por isso, para que o indivíduo terá que dar tudo de si, ou ate mesmo dobrar sua carga de trabalho para poder garantir uma quantia suficiente para suas despesas. ‘‘O ideal seria ter o salário mínimo e contribuições para o INSS. Mas se a regulamentação ocorrer, acredito que acabaria com grande parte desse tipo de serviço”, afirma o Empresário Flávio Mikami.
Segundamente, por se tratar de algo praticado por pessoas autônomas sem muitas formalidades, elas acabam perdendo muitas garantias que ofícios comuns dariam, e assim colocando suas vidas em risco em troca de independência no expediente. “A pessoa que faz esse serviço não tem nenhum direito ou garantia. Ele está totalmente desamparado pela legislação.’’, Afirma Rogerio Dias, professor do UniCEUB.
Portanto, o Ministério do Trabalho, órgão responsável pela política e pelas diretrizes do trabalho, deve regular essa nova prática coloquial, por meio de criação férias e até mesmo proteção social, com o objetivo de proteger o assalariado e garantir seus direitos.