A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 16/11/2020
O avanço tecnológico e os novos empregos que ela proporciona.
Segundo a constituição maior, todo e qualquer cidadão tem direito a um trabalho remunerado que os assegure férias, salário fixo e outras normas que cabem a CLT. Porém não é o que acontece, com o avanço da tecnologia e a chegada da Uberização ao mercado de trabalho essa lei deixou de ser para todos.
Com um novo sistema aonde você é seu próprio chefe e faz sua jornada de trabalho, ficou mais fácil conciliar vida social à trabalho e é para esse sistema que milhares de pessoas- segundo a folha de jornal de São Paulo tem migrado, em busca de dinheiro e felicidade esquecem dos pontos negativos que essa nova profissão pode proporcionar.
Com o crescente número de desemprego a única forma que a população tem de se sustentar é recorrer a trabalhos inconstantes, como a Uberização em que você é o dono do próprio negócio e decide quando e que horas começa a trabalhar, mas sofre com longas jornadas de trabalho pois, seu lucro está diretamente ligado a sua produção, ou seja, terão meses em que você irá encher os bolsos de dinheiro e em outros irão faltar. Além disso não há uma legislação específica que proteja seus direitos, e você perde seus benefícios associados às garantias trabalhistas.
Sendo assim você se torna autônomo e ganha por ser chefe mas por consequência perde seus direitos,que pela constituição é assegurado, o que nos leva a concluir que, o Congresso Nacional em conjunto com o Supremo Tribunal Federal devem formular uma lei e criar sindicatos que favoreçam esses trabalhadores autônomos. Sindicatos esses que irão em busca de melhorias para a nova profissão, para que dessa forma a profissão se torne menos precária.