A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 22/11/2020
Com o advento da 3° revolução Industrial, a tecnologia passou a fazer parte, expressivamente, da vida cotidiana e isso possibilitou que muitas famílias, através da internet, conseguissem gerar renda para sobreviver, mas toda esta inovação tecnológica também foi responsável por precarizar as relações de trabalho.
É importante pontuar, que as pessoas podem fazer suas compras sem sair de casa, pois atualmente existem diversas lojas online, algo bom, porque, segundo dados do jornal online G1, cerca de 15% dos brasileiros estão desempregados e efetuar vendas pela internet é uma forma de obter o sustento familiar e além disso, é necessário pensar nas mães e pais de famílias, que cuidam de parentes especiais e não podem sair para trabalhar fora de casa, e neste mundo digital conseguem complementar a renda da família ou obtê-la.
Diante de tudo que foi exposto, é inevitável expor que o trabalho online também causou, demasiada, precarização das relações de trabalho, pois as milhares de pessoas que fazem da internet o meio para obtenção do sustento diário não possuem segurança laboral, ou seja, sem a carteira de trabalho assinada, não têm direito ao seguro- desemprego, FGTS, auxílio -doença, seguro de vida ou o desconto do INSS, dessa forma estão marginalizadas.
Finalizando o exposto, é necessário que medidas sejam aderidas para diminuir a precarização do trabalho por meios digitais, é importante que o Governo crie leis para regulamentar esse ofício e respaldar os trabalhadores com seguro- desemprego, auxílio-doença e INSS, pois dessa forma o país avançaria, pois os níveis de desemprego são altos e é notório que um lugar se torna industrializado, quando a população é auxiliada e estes índices diminuem expressivamente. O trabalho online é uma realidade, muitas pessoas dependem dele e deveriam ser notadas e não marginalizadas, como ocorre atualmente, para isso acontecer medidas cabíveis devem ser tomadas.