A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 24/11/2020
No século XXI, os avanços tecnológicos proporcionaram as populações novas formas de interagir e negociar, entre elas está os aplicativos de entrega. Na maioria das grandes cidades sistemas como o “Ifood” estão presentes possibilitando a praticidade do serviço, contudo urge o problema da fiscalização e normatização dos empregos envolvidos. Sendo assim, a liberdade econômica e empresarial são imprescindíveis para a resolução deste impasse.
Segundo o Fórum Econômico Mundial sediado em Davos na Suíça, estamos vivendo a chamada “quarta revolução industrial”, com a tecnologia cada vez mais presente no setor terciário. Dado isto, infere-se que a constante adaptação da mão de obra ao mercado realiza uma “seleção natural” entre os empregos, além disso possibilita a circulação monetária na sociedade. Outrossim, é que o progresso tecnológico não pode ser freado por corporações atrasadas, seria esdrúxulo não acompanharmos a nova tendência mundial e ficarmos para trás.
Em segunda instância, vale ressaltar que a “uberização” dos serviços de entrega possibilita a complementação da renda de várias famílias além de criar novos empregos. Outro ponto a ser destacado, é que os motoboys licenciados pelas empresas tem contratos firmados entre ambos os lados, logo os dois aceitaram as condições propostas. Por conseguinte, os aplicativos não somente trazem flexibilidade de horário aos profissionais como também proporciona praticidade ao consumidor.
Em síntese, percebe-se os benefícios advindos da “quarta revolução industrial” como a integração de salários. Portanto cabe ao Ministério da Economia, estimular os aplicativos em várias áreas, como a de correspondências por exemplo, fazendo isso por meio de incentivos fiscais em todas as regiões além da diminuição de regulações, afim de levar a praticidade e renda para toda população, construindo assim um Brasil mas igualitário com liberdade econômica e empresarial, trazendo o fim dos monopólios.