A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 22/11/2020
“Uberização”, liberdade, precarização.
A tecnologia revolucionou a vida em sociedade, isso é um fato, nos mais diversos setores, em exemplo, na mobilidade, na conectividade de pessoas, no trabalho e quaisquer outros serviços. No que refere-se a “Uberização” do trabalho, a rede potencializou uma propensão macroeconômica, no intuito de dar mais liberdade aos profissionais, porém tendo a precarização do trabalho informal a ser vencido. Observa-se atualmente, que é necessário analisar como a “liberdade” não gere precarização dos prestadores de serviço.
Em primeiro plano, evidencia-se que com avanços em setores devido a tecnologia, profissionais alcançaram liberdade no trabalho. Assim, um trabalho de escritório se torna um “home office” facilitando o trabalho, como ter seu horário mais flexível, na questão de mobilidade. Com essas modernidades, as leis trabalhistas, vão dando um cenário de liberdade, porém contestando seu uso para essa atual forma de trabalho.
Cabe mencionar, em segundo plano, esse novo modelo macroeconômico, dando um estimulo a “Quarta revolução industrial”. Impulsionando o uso em massa da tecnologia, homens e máquinas se tornando um só. Em meio a isso, uma analogia defendida pelo cientista alemão, Albert Eistein, " o espírito humano precisa prevalecer sobre a tecnologia", deixa claro que mesmo com a facilidade, a liberdade que se dá ao trabalhador, estão deixando de ser amparados por leis.
Logo, medidas públicas e privadas são necessárias para alterar esse cenário e continuar a evolução. Com a predisposição de desenvolver serviços com o uso da tecnologia, que é uma realidade contida no dia a dia, a forma de contratos trabalhistas, para que se torne menos propensos ao desgaste dessa revolução tecnológica.