A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 23/11/2020

Em virtude do avanço tecnológico, as relações trabalhistas estão cada vez mais precarizadas ,já que muitas pessoas estão  tendo a carga horaría aumentada devido adoção por grande parte das empresas ao home office. Contudo, apesar desse processo cortar gastos, essa “uberização” do emprego  acaba criando funcionários cada vez mais robotizados.

Visto que grande parte das demandas trabalhistas necessitam de empregados mais criativos. A carga horaria extremamente alta gerada por muitas empresas ,por meio, de metas absurdas a serem cumpridas pelos funcionarios em prazos curtos podendo acarretar na demissão caso nao sejam  atingidas gera a  falta de contemplação do ócio ,pelos contratados, que no período helenístico grego proporciou a resolução de problemas como  desenvolvimento da matemática  , criação de arquiteturas para irrigadio e de monumentos admirados até na modernidade.

Além disso, a falta de  legislações trabalhistas que garantam a qualidade dos  empregos home office permitem aos empresários pagarem cada vez menos por trabalhos que apresentam uma grande quantidade de mão de obra ativa cujo  efeito contribui para o aumento da pobreza  e pela necessidade dos empregados de obterem diversos empregos para abarcarem a renda.

Portanto, o governo brasileiro deve criar um tabelamento de preços to de preços para contratos terceirizados nos quais não pemitirão a aplicação de scopos abusivos ou de pagamentos abaixo do valor aceitavel para manter a qualidade de vida dos trabalhadores home office.