A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 24/11/2020

Na  obra “Utopia”,do escritor inglês Thomas More,é retratada uma sociedade perfeita,na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas.No entanto,o que se observa na realidade contemporânea,é o oposto do que o autor prega, uma vez que o aumento da uberização do trabalho na era tecnológica possa originar a criação de diversos aplicativos, que facilite ou precarize o serviço entre o complacente e o público receptor,em que apresenta barreiras as quais dificultam a concretização dos planos de More.Esse cenário antagônico é fruto tanto dos avanços da ciências desenfreados que possibilitam o surgimento de novas vagas de trabalho quanto a falta deles.Diante disso tornou-se fundamental a discurssão desses aspectos a fim do pleno funcionamento da sociedade.

Precipuamente,é fulcral pontuar que a mesma tecnologia,na qual incentivou a novas chances de serviços,também as desvirtuou e transformou em formas inconsistentes de ocupação,devido a baixa atuação dos setores governamentais,no que concerne à criação de mecanismos que caíbam tais recorrências.De acordo com o pensador Thomas Hobbes,o estado é responsável por garantir o bem-estar da população,entretanto,isso não ocorre.Devido à falta de atuação das autoridades em que o cidadãos depende dessas funções e seus próprios esforços para suprir suas necessidades de remuneração extra,e que pode suscitar-se a falta de estabilidade,legislação,e a perda de garantia do trabalhador CLT.Desse modo,faz-se mister a reformulação dessa postura estatal urgente.

Ademais,é imperativo ressaltar que o modelo de trabalho é vendido como atraente e ideal,pois viabiliza ao tecido social tornar-se um empreendedor,autônomo,com flexibilidade e retorno financeiro.Partindo desse pressuposto está ilusão fez o mercado crescer,e ao mesmo tempo as verbas baixar,em detrimento da forma rápida e prática,das redes digitais muitos creêm ser propicio,mas uma grande parte do público não faz parte dessa realidade o que não contribui de forma eficente.Tudo isso só retarda a resolução desse empecilho,dado que segundo o IBGE cerca de 13 milhões de pessoas estão desempregadas o que reflete cerca de 12,4% do povo,com um cenário cético,para cargos gera que a massa busque alternativas em pró do seu sustento,o que contribui para esse quadro deletério.

Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço dessa problemática. Dessarte com o intuito de mitigar o devaneio dos reforços de aumentar as finanças pelas plataformas digitais,necessita-se, urgentemente que o Governo direcione capital que por intérmedio do Ministério do Trabalho,será revertido em fiscalizações ao servidor,através da própria mídia com obejtivo de divulgar modos de lucrar convencionalmente. Desse modo,atenuar-se-á,em médio e longo prazo,o impacto nocivo de funções paralelas,e a coletividade  alcançará a utopia de de More.