A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 24/11/2020

Observando o atual cenário, percebemos que a uberização tem aquecido a economia e ajudado terceiros a vender serviço, em uma forma de gerenciamento, controle e organização, ou seja é um trabalho convencional, sem garantia e sem salário fixo. E além de fortalecer algumas empresas, surgiu oportunidade de empregos sem vínculos empregatícios.

O termo uberização é uma inovação da empresa Uber utilizando a tecnologia, gerenciando o próprio negócio, tornando atendimentos com praticidade fazendo com que o fornecedor tenha contato direto com o consumidor, garantindo que aqueles que procuram um serviço possam encontrar pessoas dispostas a atender esse objetivo.

Atualmente com o grande acesso a internet, as plataformas digitais de serviços de entrega e na área do transporte privado, tendem a fornecer ainda mais, porém essas pessoas trabalham nessa área, muitas vezes não possuem um lucro que almeja, por não ter uma margem de negociação por ser autônomo.

Entregadores e motoristas são as profissões mais uberizadas. Portanto esse tipo de profissão tem aspectos positivos e negativos, sendo eles negativos: exposição ao perigo constantemente, custo com o veículo, gasto com combustível , alta concorrência e entre outros. Já os positivos: quanto mais trabalho mais lucro, flexibilidade de horário, praticidade para se cadastrar e etc.

Diante disso, para a melhoria das desvantagens, é preciso mais segurança no aplicativo e menos gatos com combustível e na manutenção do carro, ou seja, é necessário colocar um preço mais acessível.