A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 24/11/2020

A necessidade de ganhar dinheiro, no Brasil, é grande. Isso porque, aproximadamente 13 milhões de pessoas estão desempregadas, segundo o IBGE. Dessa forma, surgiu a uberização do trabalho. Uma forma de trabalho flexível.

Estamos na era tecnológica. A era que professores ganham menos que médicos e médicos ganham menos que blogueiras famosas. Explicar isso pra alguém acima de 20 anos é difícil, mas é a realidade. Em compensação, o salário mínimo atual é de R$1.045. O salário mínimo necessário para suprir as necessidades básicas de uma família de quatro pessoas caiu para R$ 3.978,63 em outubro, segundo o EXAME.

Sendo assim, a busca por nova jornada de trabalho, é comum. São muitas as conveniências que fazem muitas pessoas desistirem de trabalhar em empresas pra se tornar o próprio gerente. Trabalho por demanda e menos burocracia, são exemplos. Contudo, a precarização do trabalho é um ponto importante. Com a uberização, não existe garantia nenhuma. Por exemplo, uma pessoa que dirige uber, não tem garantia de que vai pagar as contas.

Em contrapartida, ele pode fazer bem mais do que faria em uma empresa com um trabalho convencional. Outro ponto negativo da uberização, é a precariedade de trabalho. Além do aumento da poluição, estresse, desemprego e desigualdade social.