A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 24/11/2020
No século XIX, com a revolução Industrial, a Inglaterra passava por profundas transformações econômicas e sociais. Dito isso, no atual cenário mundial, advento da Revolução Industrial, houve a substituição do homem pela máquina. Nesse sentido, o grande aumento do desemprego e a “uberização” dos trabalhos é uma problemática que deve ser resolvida pelos órgãos competentes.
Primeiramente, o mercado de trabalho mudou, em que a tecnologia substitui o homem em grandes partes das funções, em consequência, o número de desempregados aumenta e o trabalho informal também. O sociólogo e filosofo Émille Durkheim afirmava que é necessário que as evoluções no corpo social ocorra. Entretanto, o que ocorre hoje é um retrocesso histórico, cultural e social com a precarização do trabalho.
Segundamente, o trabalho insalubre atual, é o resultado do grande número de pessoas em busca de emprego. No filme “Tempos Modernos”, protagonizado pelo autor Charlin Chaplin, é evidenciado o caos que provoca o desemprego, na qual ilustra um panorama social de miséria e condições desumanas de trabalho vivenciados na Europa no fim do século XVIII. Augusto Comte, também filosofo e sociólogo, afirmava que o amadurecimento social iria resultar na burocratização de termos e leis no convívio das pessoas. Todavia, o agora evidencia um mercado de trabalho com excesso de trabalhadores informais, o que os fazem abrir mão dos seus direitos garantidos por lei.
Em síntese, com o objetivo de conter as problemáticas apresentadas ao longo do texto, cabe a ONU(organização Das Unidas) conscientizar, todos os países, sobre o crescente número de desempregados e a precarização dos trabalhos. Em seguida, as corporações responsáveis devem, a partir de programas acessíveis, disponibilizar aperfeiçoamento profissional para a população e aumentar a fiscalização nas instituições, com o âmbito de diminuir a precaridade dos postos de trabalho. Ocasionalmente, o Estado estará garantindo os direitos que cabe ao proletariado por lei.