A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 25/11/2020

o avanço tecnológico entranhou no imo da evolução humana, e a dependência das redes, foi aos poucos migrando da vida quotidiana, para uma espécie de “simbiose” no mercado de trabalho, e a democratização do acesso a Internet abrangeu possibilidades maiores de subsistência.

entretanto, uma nova condição de trabalho surgiu em meio a tamanha evolução tecnológica, o trabalhador uberizado encontra-se desprovido de garantias, direitos, saúde ou segurança no trabalho, arca com os seus riscos e prejuízos. Além de que, torna-se necessário estar vinculado a empresa para garantir bons lucros, pois a demanda no aplicativo se torna exponencialmente maior, Por que o mercado se concentra em torno da empresa.

Sendo assim, as empresas se apresentam como mediadores de oferta e procura, sem qualquer vínculo empregatício, ao mesmo tempo em que os trabalhadores ficam à mercê do controle dos algoritmos, sem qualquer chance de influência a distribuição do seu trabalho no aplicativo ou empresa.

Com isso, conclui-se que, a liberdade proposta pela emergência e domínio da Internet é parcial, válida dentro de seus aspectos pre-determinado, já que o trabalho fica sujeito a politicas externas dos aplicativos, que podem te “desligar” por alguns atos erróneos, Com isso você se torna um subordinado com algumas precariedade, e não um empreendedor chefe de si mesmo, como pregam os aplicativos.