A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 25/11/2020
Observando o cenário tecnológico, vindo depois da era industrial, empoderando empresas com interações na rede, ativando a “uberização” com mais facilidade. A prestação de serviços através de plataformas digitais no Brasil, nota-se uma precarização.
Visto que, a economia está em queda e a pandemia da Covid 19 que provocou altas taxas de desocupação, principalmente em 2020, a ingressão em trabalhos por aplicativos, aumentou. Uma vez que ocorre a desvalorização, os trabalhadores se veem desamparados, sem suporte da empresa e correndo o risco de ter uma má avaliação do cliente e até sofrer ataques.
Sob o mesmo ponto de vista temos o caso do Motoboy ( vídeo que viralizou nas redes) onde o entregador do aplicativo foi vítima de injúria racial por parte do morador do condomínio em SP. A justificativa foi que o agressor tem problemas mentais, o que ainda não tem laudos. O fato do caso desse entregador não ser a 1° vítima e nem será a última, já que falta empatia do cliente por se achar superior a tal, causa espanto.
Nesse sentido a “uberização” vivida pelos Brasileiros, não evidência uma solução prática de curto prazo visto que se encontra em expansão. A fim de enaltecer a economia, as vagas de emprego deveriam aumentar e a reforma trabalhista deveria flexibilizar para que este tipo de situações de precariedade nos aplicativos não aconteça, como também a empatia e o respeito pelo lado de quem aguarda a encomenda.