A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 25/11/2020

Precariedade nos trabalhos da era tecnológica

Insegurança e instabilidade. Esta é a verdadeira adjetivação para a uberização do trabalho na era tecnológica. Desse modo, atualmente, com o aumento dos desempregados, a uberização tem crescido bastante, porém, possui alguns problemas que deixam esses trabalhos bem precários.

Diante disso, a insegurança está diretamente ligada ao trabalhador e ao aplicativo, no qual o trabalhador não recebe nenhuma lei trabalhista, sem garantia de remuneração, tempo de trabalho, custos e acidentes. Ele está lá por conta própria, e é utilizado somente quando necessário e não conta mais com nenhuma garantia, nem mesmo sobre quanto vai ter de trabalhar em um dia para alcançar uma remuneração mínima.

Contudo, várias pessoas achavam que esses trabalhado uberizados, seriam trabalho onde a pessoa teria liberdade para trabalhar quando quisesse, porém, diante a precariedade o salário diminuiu e a jornada de trabalho aumentou. Além disso, as pessoas que trabalham com o Uber por exemplo, só recebem apenas a um certo número de corridas realizadas, se não fizeram uma quantidade de corridas, eles não recebem a remuneração.

Por esse modo, são necessárias medidas para regular essa nova relação de trabalho, visando proteger o trabalhador e criando garantias mínimas como jornada de trabalho, férias e uma proteção social em volta dele. Portanto, o governo junto com o Ministério do Trabalho e do Emprego, deveriam criar leis de proteção trabalhistas e fazer as devidas fiscalizações em aplicativos de trabalhos. Além disso, determinar o tempo de trabalho e o números dos serviços prestados.